1 – O cérebro não sente dor:
Por não ter receptores para isso, o cérebro não sente dor. É por isso
que neurocirurgias podem ser feitas enquanto o paciente está acordado.
Aliás, isso ajuda os cirurgiões a manter o controle sobre o procedimento
– e não bagunçar funções motoras ou de visão, por exemplo. O que não
torna esse tipo de cirurgia algo menos perturbador de se ver…
2 – Há mais de 160 mil quilômetros de vasos sanguíneos no cérebro:
Curiosamente, essa estrutura relativamente pequena (que pesa menos de
2 kg) contém um número monstruoso de elementos: 100 bilhões de
neurônios, conectados entre si por 100 trilhões de sinapses. Em termos
de informação, o cérebro é capaz de armazenar 1.000 terabytes (1
terabyte = 1.024 gigabytes), o equivalente a cinco vezes o conteúdo da
Enciclopédia Britânica. Em tempo: nós usamos 100% da capacidade do nosso
cérebro, ao contrário do que dizia aquele famoso mito dos 10%.
3 – O cérebro de Einstein foi preservado:
Poucas horas depois de sua morte, em 1955, Einstein teve seu cérebro
retirado pelo Dr. Thomas Harvey sem autorização da família. O legista
simplesmente tomou chá de sumiço e só foi encontrado 23 anos depois por
um jornalista persistente. O médico admitiu que ainda estava com o
cérebro de Einstein, cortado em 240 partes e preservado em jarros com
formaldeído.
4 – Há grandes diferenças entre os dois lados do cérebro:
Essa fantástica estrutura é formada por dois hemisférios, sendo um
deles mais voltado a pensamentos racionais e analíticos (o esquerdo) e o
outro voltado mais para pensamentos conceituais e visuais (o direito).
Além disso, eles trabalham de forma “invertida”: se você machuca sua mão
direita, a dor é processada pelo hemisfério esquerdo. Curiosamente,
você sobreviveria mesmo que perdesse completamente um dos hemisférios
(não sei se muito bem).
5 – O cérebro dos homens é 10% maior que o das mulheres:
“Ahá! Eu sabia!”, pensaram alguns leitores. Antes de acharem que
estão por cima, vale destacar que, embora seja relativamente menor, o
cérebro feminino possui mais células nervosas do que o masculino. Além
disso, ele realmente tende a priorizar “emoções”, enquanto o dos homens
tende a priorizar a “lógica”. Mas o cerebro de homens homossexuais tende a funcionar de maneira mais similar ao de mulheres.
6 – Seu cérebro é mais ativo enquanto você dorme:
Durante o sono, nosso cérebro processa intensamente as informações
que coletou durante o dia – alguns cientistas acreditam que esse
fenômeno é responsável pelos sonhos. Até hoje, ninguém sabe exatamente
por que, de fato, sonhamos. Contudo, já foi comprovado que pessoas com
QI mais elevado tendem a sonhar mais, e que tirar um cochilo durante o dia pode ajudá-lo a ter mais disposição e foco para trabalhar.
7 – É possível manipular sonhos:
Quem assistiu ao filme “A Origem” provavelmente ficou surpreso com a
manipulação de sonhos. A ideia, porém, é verdadeira e não é nova: o
termo Sonho Lúcido, que descreve o fenômeno, foi criado na década de
1880 pelo psiquiatra alemão Frederik Willem van Eeden – mas só ganhou
força quase um século depois, na década de 1960. Hoje em dia, há
inúmeros sites e artigos explicando como controlar os próprios sonhos.
8 – Ninguém sabe por que damos risada:
O riso é um fenômeno unicamente humano (não, hienas não riem porque
acham graça de algo), que começa a partir dos 4 meses de idade. Também é
algo “contagioso” e difícil de fingir. Ainda assim, até hoje ninguém
descobriu exatamente por que certas situações provocam riso, nem por que nem todo mundo acha graça em uma mesma piada.
9 – Tamanho não importa muito:
Seguindo o mesmo raciocínio do item 5, podemos dizer que um cérebro
maior não garante, necessariamente, que a pessoa seja mais inteligente. O
de Einstein, por exemplo, pesava 1,23 kg (a média para um adulto é de
1,4 kg).
10 – O QI mais alto do mundo é 210:
O coreano Kim Ung-yong, nascido em 1962, possui o QI mais alto do
mundo. Aos seis meses de idade, já começou a falar. Aos oito, conseguia
entender álgebra. Começou a frequentar o curso de física na Universidade
de Hanyang aos 4 anos e, quando se formou, foi convidado pela NASA para
continuar seus estudos nos EUA.
De volta à Coreia do Sul, em 1978, trocou a física pela engenharia civil e obteve um título de doutorado na área.
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